Série: Queer Eye
Temporadas: 3
Criadores: David Collins
Produtora: Netflix
Fala leitores, mais um texto e dessa vez uma resenha sobre
uma série que mexeu comigo de maneiras que não achei que seria possível.
Acredito que hoje, nesses tempos de streaming, YouTube e programas
de diversos ramos, todos já tenham ouvido ou assistido algum desses shows de
MAKEOVER, onde você pega aquela pessoa que está nem aí pra vida e faz uma
mudança ou na vida ou na casa ou no guarda-roupa dela.
Aqui no Brasil temos o Esquadrão da Moda, se não estou
enganado passava no SBT e outro que se enquadra bem seria o Lar Doce Lar do Caldeirão
do Huck, pois bem, trouxe apenas os exemplos para que pudessem se situar sobre
o que é um programa voltado para Makeover.
Recentemente, passando pelo catálogo da Netflix, acabei
parando em uma série chamada de Queer Eye, já digo desde já que não sou fã
desses tipos de shows e pouco estou interessado em parar e assistir.
Ultimamente, tenho vivido tempos complicados, meu dia a dia
tem sido exaustivo, é cobrança no trabalho, cobrança em casa, cobrança na
religião, muita coisa ao mesmo tempo e o corpo está pedindo descanso e socorro (já
vou chegar no proposito de falar isso) e foi assim que para tentar aliviar o
turbilhão de pensamentos que dei play nessa série.
E obrigado DEUS por ter dado esse empurrão.
Eu só posso dizer que, Queer Eye não é apenas uma série que
muda o visual de alguém, é uma série que faz você chorar, sorrir e pensar sobre
o que tem feito da sua vida para estar dessa maneira.
A série aborda história de pessoas que são indicadas por
amigos, parentes, namorados, que acabaram se desencontrando e precisam de uma
orientação novamente, um novo rumo, uma nova perspectiva.
Trazendo temas sobre depressão, auto aceitação, amor próprio
e valorizar quem realmente somos, Queer Eye me trouxe de volta a realidade e levantou
o meu astral, algo que andava baixo e não encontrava uma forma de animar.
A Série é apresentada por cinco personagens intitulados FAB
FIVE (Cinco Fabulosos) e porquê esse nome? Meu bem, porque eles são G A Y S.
Isso mesmo meus amigos, cinco personagens Gays com suas formações
e especialidades, ajudando pessoas que precisam do olhar de alguém de fora. A
sensibilidade com que cada um trata as pessoas que pediram sua ajuda é de
encher seu coração de orgulho de fazer parte dessa comunidade.
São divididos em cinco especialidades:
Karamo Brown – Cuida da parte da Cultura e socialização das
pessoas.
Tan France – Cuida da parte do estilo e roupas.
Bobby Berk – Cuida da parte de Design de interiores e
reforma.
Antoni Porowski – Cuida da parte de alimentação e bebidas.
Jonathan Van Ness – Cuida da parte do visual, cabelo, barba,
cuidados com pele e essas coisas.
Todos eles possuem um toque especial naquilo que fazem e é perceptível
o carinho para com o qual realizam cada uma das suas funções. Já tenho meu CRUSH no Antoni, aquele sorriso e o jeitinho
dele é maravilhoso e o mais divertido de todos é o Jonathan, que está sempre
fazendo graça e soltando as melhores piadas.
O Episódio que mais me emocionou, foi o primeiro da segunda
temporada, onde a pessoa que eles vão ajudar é de uma luz tão grande, que toda
hora que ela abria a boca eu me acabava em lágrimas, foi incrível.
Cada temporada se divide em 8 episódios (UMA PENA) com 45
min de exibição, eles têm uma semana para dar dicas e mudar a pessoa que pediu
ajuda, então é trabalho à beça. A primeira temporada foi a que mais chorei, de 8 episódios
eu chorei em 7, depois da uma amenizada ou eu não tinha mais lágrimas.
Posso dizer que Queer Eye é uma série que vai muito além de
um MAKEOVER, ela aborda assuntos delicados e sensíveis, faz refletir sobre a
sua vida, faz sorrir, anima, da esperanças e acima de tudo, demonstra que na
hora de ajudar, não existem rótulos, não existem diferenças, somos todos pessoas
ajudando pessoas e isso foi o que mais me cativou.
Recomendo muito a série, assista e depois me diga as suas
impressões.
Até a próxima.





Que legal, amei essa resenha e vou assistir sim, mesmo sabendo, que me desmancharei em lágrimas, pois sou muito emotiva, além da conta. Ainda ontem assisti na Netflix Annie e foi emoção do início ao fim.
ResponderExcluirBeijos e Feliz Páscoa!
São 3 temporadas que fluem feito água, terminei tão rápido que já penso em rever, valeu cada minuto. Annie a menina que gosta de ler livros e conta histórias? Se for, é maravilhoso mesmo. Gratidão pelo comentário.
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